Confissões de um coração rebelde…

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Acaso não existe…

O Acaso não existe. Tudo é parte de um plano maior que foi escolha NOSSA antes de voltarmos para a terra. O ruim disso é que quando estamos aqui, novamente reles mortais e falhos, enchemos a boca pra contradizer as escolhas que nossa ALMA, que é imortal e conhecedora de toda nossa história, havia feito.

Mas temos o livre arbítrio certo?

Pode até ser, mas quando nos desviamos dos caminhos traçados por nós mesmo nos planos superiores estamos deixando de cumprir algo que seria determinante para nossa própria evolução ou no auxílio do próximo. A consequência nesses casos é ter que voltar e tentar mais uma vez…

Por isso digo e repito, ouvir a voz do coração (de verdade) e seguir seus designos é acolher a vontade de nossa alma imortal e não ceder aos impulsos egoístas e covardes de nossa existência terrena.

Quero partir dessa vida tendo certeza que o AMOR foi meu guia, que a vontade e as promessas de minha alma imortal foram cumpridas e que não desisti diante da primeira adversidade ou do primeiro obstáculo.

Nada que vivemos é 100% perfeito justamente para testar até onde vai nossa fé e nossa coragem de seguir o caminho correto e de cumprir os designos escolhidos por nossa alma e por nosso coração…

Tenham FÉ em seu coração, em seu Deus interior e em sua alma imortal. Sigam firmes em sua jornada, não esmoreçam e tampouco desistam. Nada é por acaso e mesmo a jornada sendo árdua certamente a recompensa valerá a pena.

Por RebelHeartBR (Ka)

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O Casamento

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Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.

Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”

Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. 

Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.

Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo.

Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. 

Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.

Eu não consegui dirigir para o trabalho…. fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia…Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta. 
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela.

Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.

Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento. 
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir..

UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

Autoria desconhecida

É preciso ter CORAGEM!

Coragem para ser FELIZ!

Coragem para ser FELIZ!

Teatro para Tolos

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Qual máscara você está usando hoje?


A vida de muitas pessoas é uma peça de teatro. Cada dia vestindo uma personagem diferente, vai levando sua vida de acordo com as reações da “plateia”. Interpreta magistralmente seu papel na ansia de agradar a todos que estão a sua volta. E para que? Simplesmente para fazer parte, não ser rejeitada e nem julgada.


Enquanto isso sua personalidade verdadeira fica oculta, enterrada sobre esse mundo de personagens, até que um dia, inevitavelmente ela se perca de uma vez.


Por que tanto medo assim de ser quem somos de verdade? Será que ter pensamentos, idéias e vontades diferentes da maioria dos atores desse teatro para tolos é tão ruim assim?


Isso pra mim é covardia… Pessoas covardes precisam de aprovação, tem medo de enfrentar seus problemas e da rejeição.


As pessoas que verdadeiramente querem compartilhar de nossa vida gostam de nosso verdadeiro “EU”. Gostam de nós como somos, podem ser sinceras a todo momento, podem ser quem são sem medo de magoar, ou ferir…


Pessoas que fazem brotar em nós o que temos de melhor, que premiam nossa personalidade, que realmente gostam do que somos e não de uma personagem que criamos para melhor servir aos interesses de quem insistimos em agradar sempre.


Até quando? Será que você precisa mesmo se sujeitar a tamanho desamor com sua personalidade para ser alguem que as pessoas esperam que você seja ao invés de ser o que você realmente é?


Quando aprenderá a dizer o que realmente pensa ao invés de falar o que as pessoas querem ouvir?


Quando deixará de tentar agradar quem NUNCA gostou realmente de você, mas sim de sua personagem nessa peça de teatro idiota?


Acordem!!! Chega!!!


Você não é uma personagem, você não tem que fazer o que o resto do mundo ta fazendo por osmose, você não tem que mentir pra agradar ninguem, você não tem que aceitar tudo que lhe oferecem… Tenha personalidade, resgate a coitada que está soterrada em meio a todos os papeis que você interpretou até hoje.


Aprenda de uma vez por todas, pessoas de verdade e não personagens gostam de clareza, de honestidade, enfim vão gostar de você independente de quem você for, pois só pessoas reais entendem o verdadeiro sentido de sentimentos como o amor, e o amor como todos sabem e já cansei de repetir, é totalmente incondicional.


Afaste-se desse teatro, venha para o mundo de pessoas reais e deixe os atores e seus personagens e sua vidinha falsa e interpretada de lado.


Nós sabemos melhor do que ninguem que personagens interpretam tudo, até mesmo o que dizem sentir, afinal é isso que  fazem os bons atores: Mentem bem, enganam e dissimulam.


Ser real, verdadeiro e honesto, são qualidades para raros, mas que deveriam ser de todos.


Por RebelHeartBR

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