Confissões de um coração rebelde…

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Lilith – A Primeira Mulher

 

A história de Lilith é extremamente interessante, pois mostra a primeira mulher criada por Deus, juntamente com Adão do mesmo material que ele, e que se rebelou contra o mesmo por que queria ser tratada com igualdade de direitos. Diria que Lilith é a primeira mulher na história a lutar pela igualdade de direitos e valores entre homens e mulheres. Mas como era de se esperar, sumiram com sua história da Bíblia, e nós ficamos conhecendo somente a segunda esposa de Adão: Eva, a bondosa, matriarcal e submissa mulher…
Consegui encontrar na Wikipedia um resumo bem interessante de como a história de Lilith foi contada e como sua imagem foi “demonizada” devido a sua personalidade independente e forte. Espero que gostem!

"Lilith" de John Collier

LILITH

No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, chegando depois a ser descrita como um demônio.

De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusando-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.

Assim dizia Lilith: ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’ Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden.

Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.

Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi eliminada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis.

No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.

A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.C.

Ela é também associada a um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo. Também nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash) ela é referida como uma espécie de demônio.

Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominação screech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Bíblia KJV ou King James Version. Ali está escrito, em Isaías 34:14 que … the screech owl also shall rest there. É preciso salientar, comparativamente, que na renomada versão em língua portuguesa da bíblia, isto é, na tradução de João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que … os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja[1], como é freqüentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).

Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que vissem Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas: Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou simplesmente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por uma súcubus, dificilmente um homem saía com vida.

Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aperto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com a vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.

Pensa-se que o Relevo Burney (ver alusões à coruja na reprodução do Relêvo de Burney, nesta página), um relevo sumério, represente Lilith; muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.

Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, “A mulher escarlate”, um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.

Fonte: Wikipedia

O Verdadeiro Ensinamento de Jesus Cristo…

Mestre Sananda (Jesus)

Mestre Sananda (Jesus)

A milhares de anos atrás, Jesus Cristo, um homem guiado pela luz e pelo seu coração, trilhou seu caminho e baseou suas escolhas e sua conduta no mais puro amor.

Era um homem simples mas que abraçou e viveu plenamente sua condição de “Filho de Deus”.

Teve coragem para ser diferente, agia de acordo com o que sentia, não se importando com as regras e condutas da sociedade onde vivia…

Pregava o amor, a bondade e a paz…

Pregava o desapego ao vil metal e falava das maravilhas do mundo de “Nosso Pai”…

Mesmo diante da intolerância e de todo tipo de preconceito e perseguições, ele não se deu por vencido e continuou a acreditar na única força que tudo pode modificar: O Amor…

Amou sua liberdade, amou a humanidade e aqueles que lhe eram próximos… Nunca exigiu nada em troca, pois essa era sua natureza, seu coração e sua alma…

Ele sentia alegria e muito orgulho em ser “Filho de Deus” e sempre teve muita fé no amor de Seu Pai para com ele…

Jesus estava sem saber nos ensinando uma valiosa lição, senão a maior de todas as lições… Mas infelizmente a maioria das pessoas não conseguiu compreender o verdadeiro papel de Jesus Cristo em nossa história e passaram a venerá-lo como Deus…

Sinto de todo meu coração que Jesus não gosta disso…

Ele era como eu e você…

Nós todos somos filhos do mesmo Pai… Da mesma energia pura de amor que tudo criou, inlusive Jesus…

Todos somos filhos de Deus, mas a diferença é de que Jesus teve coragem e se alegrou ao aceitar sua própria divindade, a energia do amor que todos temos em nós, nosso Deus interior, uma extenção do amor que nos criou…

Esse foi o maior ensinamento deixado por Jesus. Todos somos filhos de Deus, todos somos extenções do amor e todos somos um. A mesma energia, dividida igualmente em cada um de seus filhos.

Como filhos do amor, precisamos ter a coragem e a alegria em ser quem somos, da mesma forma que Jesus teve ao aceitar sua própria divindade, ao aceitar o amor em sua vida…

Aceitar que somos livres, pois somos amor…

Ter coragem pra ser e viver esse amor, da maneira que o sentimos, sem regras, sem culpa, sem medo e acima de tudo sem dúvidas…

Todos temos o dom de fazer com que nossa própria energia, que é senão uma parte da própria energia de Deus, transforme nossa vida e nossos corações…

Sigam o ensinamento de Jesus: Aceitem a divindade dentro de cada um de vocês, vivam suas vidas de acordo com o amor em seu coração, pois ele é o amor de Deus, sem medo de perseguições, sem duvidar daquilo que sente e sem permitir que outras pessoas interfiram em sua liberdade de ser e viver o amor divino que habita em você e que te faz ser quem é…

O amor vive em cada um de nós, que assim como Jesus, somos filhos de Deus e estamos aqui para amar…

Jesus olhou pra dentro de sí, ouviu seu coração e ao amor, e sem medo, aceitou com alegria sua condição de filho de Deus, assim como todos o somos…

Olhem para seus corações. A hora do medo e da dúvida chegou ao fim. Somos todos extenções de nosso Pai, a energia pura que nos criou, e seu nome é Amor…

Por RebelHeartBR

Centelhas Divinas: Como nascem as Almas…

ElementalInterior

Somos pequenas porções da própria energia de Deus Pai/Mãe.

A princípio, viemos como centelhas divinas, acompanhando as formas elementais de vida (plantas, pedras, etc…), podendo sentir todas as sensações ao seu redor e aprender com elas…

Com o passar do tempo, e com o conhecimento sendo adquirido, passavamos a acompanhar outras formas de vida mais complexas até que em dado momento, a partir dessa centelha de vida original, eram criadas as almas que passariam então a fazer parte do círculo encarnatório dando prosseguimento a sua jornada rumo a evolução espiritual…

As almas que se originam da mesma centelha divina são nossa família espiritual, com quem criamos fortes laços e que muitas vezes chegamos a reconhecer em reencarnações diferentes.

Ao contrário do que se pensa, não somos incompletos. A idéia de alma gêmea passa a impressão de que precisamos encontrar uma metade que nos complete para que possamos ser felizes e viver o amor verdadeiro…

Como pequenas extensões da própria energia de Deus Pai/Mãe, como já mencionei anteriormente, somos também seres divinos, únicos e plenos. Já fomos criados completos e a idéia de que nos falta uma “metade” é um tanto equivocada.

Nossa felicidade e realização está unicamente em nossas próprias mãos. Podemos escolher caminhar ao lado de uma ou mais pessoas e dividir com ela nossos sentimentos e realizações, mas não podemos colocar nas mãos dessas pessoas a responsabilidade sobre nossa própria felicidade, seria até injusto.

O que as vezes temos a felicidade de encontrar em nossas muitas vidas, são aquelas almas com as quais dividimos a centelha de vida. Aquelas almas que são extensões suas, com as quais você compartilha sua essência. Essas são as almas afins, que como o próprio nome sugere, possuem muita afinidade e identificação com você.

Geralmente as nossas encarnações na terra sempre ocorrem dentro da mesma família espiritual, ou seja, geralmente são nossas almas afins que estarão ao nosso lado em nossa jornada evolutiva. Tudo depende do grau da evolução que cada um alcançou e a missão que cada um escolheu realizar nesse ciclo encarnatório. Algumas de nossas missões também podem ser junto a outras famílias espirituais, dependendo dessas escolhas.

Então, quando muitas vezes encontramos aquelas pessoas com quem nos identificamos imediatamente, que dividem conosco ideais e crenças semelhantes e por quem muitas vezes nos apaixonamos e com quem escolhemos dividir nossas vidas e caminhar lado a lado, é que tivemos a felicidade de encontrar com nossas almas afins.

Quando o círculo encarnatório termina, seguimos realizando nossas missões para auxiliar a evolução de outros irmãos em diferentes dimensões, e muitas vezes podemos escolher voltar a terra para trabalhar essa missão aqui, mesmo quando reencarnar já não se faz mais necessário…

E em todo nosso ciclo evolutivo a palavra que fundamenta toda a jornada e onde iremos chegar é a Escolha. Como pequenas extensões da energia e amor divinos, temos a liberdade de escolher nossos caminhos, nossas verdades e como levar a vida. Todos fomos criados com igual direito e a partir dai, decidimos como iremos percorrer nossos caminhos…

Até mesmo os nossos irmãos que hoje se encontram perdidos em meio a escuridão, podem um dia se escolherem, voltar pra luz e prosseguir sua jornada evolutiva. Isso é amor incondicional da grande energia que nos criou. Está tudo em nossas mãos…

Compreender que somos responsáveis por tudo que acontece em nossas vidas e por todas as consequências que nossas escolhas trarão a ela é um passo importante para que todos possam prestar mais atenção ao rumo que vem seguindo e mudar se for de sua vontade.

Nesse exato momento, temos muitos irmãos na luz, de outras dimensões trabalhando junto a nós aqui na terra. Temos muitos irmãos bastante evoluidos também que escolheram voltar a terra para realizar esse trabalho de preparação para as mudanças que estão porvir.

Sempre que precisar, basta fechar os olhos e pedir a presença de seus irmãos de luz ao seu lado. Eles sempre estão próximos e precisam de nossa ajuda para trabalharmos junto a eles nessa bonita missão de ajudar aqueles que mais precisam a encontrar sua própria luz e semear o bem.

Não importa nosso nível de evolução, não importa quais caminhos escolhemos trilhar… Somos todos iguais, somos todos irmãos e estamos aqui para nos auxiliar.

Somos todos extensões do amor e da energia de nosso Deus Pai/Mãe.

Somos nascidos de um amor puro e incondicional.

Somos filhos do amor.

E a resposta para tudo está num unico lugar: Nossos corações, basta apenas estarmos dispostos a ouví-lo.

Gostaria de enfatizar, que esse texto foi algo que senti e é a minha visão sobre o assunto, de acordo com experiências e coisas que aprendi. Senti que deveria escrevê-lo e dividir o que pude aprender com todos vocês…

Por RebelHeartBR

Almas Gêmeas ou Afins?

Estive pensando muito sobre as ligações e laços que trazemos desde o princípio dos tempos e percebi que na verdade, não existem almas gêmeas e sim almas afins.

Pensar em almas gêmeas remete a almas que seriam identicas, iguais… Mas sabemos que não existe ninguem igual a ninguem. Todos somos únicos e possuímos nossa própria identidade. Então pensar em alguém exatamente igual em todos os aspectos se torna utópico e até mesmo absurdo.

Acho que temos sim almas afins. Pessoas que dividiram conosco da mesma centelha de criação e em dado momento se separaram em várias almas para seguirem caminhos e experimentar vivencias diferentes… 

Quando começei esse blog, o primeiro texto que escrevi falava sobre a possibilidade de amar mais de uma pessoa, de ter mais de uma alma gêmea. Hoje entendo que são almas afins e que na verdade a alma gêmea não existe.

Continuo acreditando que temos pessoas especiais em nossos caminhos, pessoas com quem compartilharemos nossas vidas, nosso amor e nossa alma, mas hoje eu simplesmente acredito que as pessoas possam ser especiais em nossas vidas sem que tenham que ser iguais a gente.

As vezes encontramos pessoas que se parecem muito conosco, dividem muitos de nossos ideiais, mas que ainda sim são diferentes de nós. Isso é afinidade e não igualdade.

Então que venham as almas afins e que ao se reencontrarem possam dividir, aprender e ensinar o que os caminhos distintos de cada uma as fez aprender.

sirius

Por RebelHeartBR

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