Confissões de um coração rebelde…

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Deus do amor ou do ódio?

Diversidade 

Mesmo diferentes, todos somos HUMANOS…

O que vem a sua mente quando pensa sobre Deus? Qual palavra você usaria para descrever o significado de Deus para você e em sua vida?
Para mim a palavra é amor. Amor pelos seus filhos, compaixão, paciência, tolerância e fé…

Eu vejo em Deus uma inesgotável fonte de amor. Alguem que nos amou com tanto afinco que nos deixou ser livres para traçarmos nossos próprios caminhos e fazer nossas próprias escolhas, mesmo as vezes não sendo aquilo que ele pessoalmente esperava ou gostaria. Mas quem ama é assim, respeita e não deixa de amar por que se é diferente, mas entende que nem sempre o que a faz feliz também fará a todos felizes, por isso somos indivíduos, cada um perfeito dentro de suas próprias crenças e comportamentos, e todos filhos do mesmo Deus de amor e comprensão…

Infelizmente o que testemunho hoje é um desfile de comportamentos preconceituosos, intolerantes e desrespeitosos, e muitos deles tem se sustentado nos paradigmas criados pelas religiões e na defesa ferrenha de seus seguidores do que eles julgam ser a “vontade de Deus”.

Será que estamos falando do mesmo Deus? Porque eu sinceramente não vejo onde a discriminação e o preconceito encontram lugar no coração de alguem que ama incondicionalmente. Este então não seria o Deus de amor, e sim o Deus do ódio…

Ódio pelo próximo, desrespeito ao livre arbítrio… Ódio por aquilo que é diferente, incompreendido e aos olhos cegados pela ignorancia, assustador.

Pude frequentar várias igrejas e denominações diferentes em várias ocasiões, e um fator comum que sempre ligou todas elas era a imagem do Deus bondoso, Deus do amor, misericordia…

Atitudes como as que estamos presenciando nos ultimos tempos com tanta ignorância e intolerância contra quem escolheu ser diferente da maioria só mostram que muitos dos frequentadores das religiões de nosso país, se não do mundo estão praticando sua fé de maneira equivocada… Estão adorando ao Deus do ódio e da indiferença e não ao Deus do amor que a todos criou…

As pessoas que escolheram viver uma vida diferente daquelas consideradas “normais” merece o mesmo respeito que você exige no seu dia a dia…

Todos querem ser respeitados em sua escolha religiosa, política e pessoal, mas para ser respeitado também é preciso respeitar e entender que nem todos são iguais e terão as mesmas opiniões e gostos.

Por favor amigos, irmãos, filhos assim como eu do Deus de amor, pensem melhor antes de atirar pedras em quem é diferente, aquela pessoa tem os mesmos direitos que você: Direito a vida, ao amor, ao respeito e a igualdade…

Que o Deus de amor esteja com todos nós nos orientando para que assim como ele possamos amar a todos nossos irmãos, mesmo aqueles que são diferentes de nós…

Por RebelHeartbr

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Um pouco sobre Wicca

 

Definição

A palavra “Wicca” vem do inglês antigo, tendo sido reintroduzida no uso moderno daquele idioma por Gerald Gardner, em sua publicação de 1954. Embora Gardner utilizasse a grafia “Wica”, popularizou-se o uso de “Wicca”, mais coerente à etimologia da língua inglesa moderna.

Os primeiros livros sobre Wicca em língua portuguesa foram traduções da língua inglesa, tendo seus tradutores optado por manter a grafia original. Mais tarde, os livros escritos diretamente em Português mantiveram esse uso. No entanto, não há consenso entre autores e tradutores sobre a palavra a ser usada na língua portuguesa para designar o praticante da religião Wicca, sendo utilizadas mais amplamente as formas “wiccano(a)” e “wiccaniano(a)”. É também de uso menos comum a forma “wiccan”, como no original em inglês, para ambos os sexos.

Os defensores da forma “wiccaniano” alegam ter sido o primeiro livro sobre Wicca traduzido para o Português o “Feitiçaria Moderna”, de Gerina Dunwich, onde foi utilizada essa forma. Os demais termos são normalmente mantidos sem tradução, em sua forma originalmente usada na língua inglesa. Entretanto, atualmente, o termo wiccano(a) é mais amplamente utilizado, pois é a forma mais fácil e mais popularizada.

Embora sejam algumas vezes usadas como sinônimo, Wicca e bruxaria são conceitos diferentes. A confusão se dá porque tanto os praticantes da Wicca quanto os da Bruxaria Tradicional – se denominam Bruxos. Da mesma forma, não devem ser confundidos os termos Wicca e neopaganismo, uma vez que a Wicca é apenas uma das expressões do neopaganismo.

A Wicca é uma religião iniciática e pode ser praticada tanto de forma tradicional quanto de forma solitária. Nas formas tradicionais, os praticantes avançam através dos graus de iniciação da religião e geralmente trabalham em covens (grupos de iniciados que celebram juntos, liderados por uma Alta Sacerdotisa e por um Alto Sacerdote) embora existam Covens em que não se use o sistema de graus. Na forma solitária, os praticantes celebram os rituais sazonais sozinhos ou podem se reunir com outros solitários nestas datas.

Todas as formas de Wicca cultuam A Deusa e O Deus, variando o grau de importância dado ao culto de cada um deles, pois apesar de existirem tradições que cultuam a Deusa com maior ênfase, o culto aos dois com igual dedicação é um ponto forte e mais presente nas crenças wiccanas devido ao trabalho com o equilíbrio entre os Gêneros Divinos, feminino e masculino.

Crenças e Práticas

Há diversas ramificações (chamadas comumente de Tradições) wiccanas. Assim, há uma enorme quantidade de variações sobre as crenças e as práticas wiccanas.

A prática wiccana mais comum cultua duas divindades, A Deusa e O Deus, algumas vezes chamados de Grande Mãe e Deus Cornífero (do latim: “o que porta cornos”).

Algumas tradições, principalmente as denominadas Tradições Diânicas, dão mais ênfase ao culto à Deusa. Outras, entretanto, dão ênfase ao Deus e à Deusa como complementares de onde surge toda a criação, em igualdade de condições. Algumas Tradições Diânicas feministas não consideram o Deus. Alguns praticantes discordam dessa posição, dizendo não haver razão para realizar as celebrações ritualísticas mais importantes sem a presença das duas polaridades.

O culto na Wicca é fundamentado no equilíbrio entre as polaridades encontradas na Natureza e entre os Gêneros Divinos. Entretanto, os praticantes da Wicca ainda são politeístas, já que essa é uma característica essencial do paganismo.

Os ritos da Wicca reverenciam a ligação da vida dos praticantes e das divindades com a Terra. Essa reverência se expressa, principalmente, através de rituais cuja liturgia celebra as lunações e as mudanças das estações do ano, através de um antigo calendário agrícola (Roda do Ano). Sem esquecer a crença na reencarnação dentre os bruxos modernos.

Os praticantes da Wicca realizam rituais em honra à Deusa nas noites de Lua Cheia. Esses rituais são normalmente denominados Esbats. Algumas tradições chamam também de Esbbat rituais realizados nas demais fases da Lua.

Esses rituais são celebrações onde se acredita que a Deusa manifesta-se na Suma Sacerdotisa através do ritual de “puxar a lua para baixo”, e através dela revela a sua sabedoria. Da mesma forma, existe também o ritual de “puxar o sol para baixo”, realizado pelo Sumo Sacerdote. Vale ressaltar que, no caso de um ritual realizado em um coven, apenas a Alta Sacerdotisa e o Alto Sacerdote realizam tal ritual.

O culto à Deusa é vivenciado através das Suas variadas fases:

  • A Donzela, que representa a pureza feminina, o vigor, a inocência e a sedução (Lua Crescente);
  • A Mãe, fonte da vida e protetora (Lua Cheia);
  • A Anciã, Velha e Sábia, conhecedora dos maiores mistérios da vida e da morte (Lua Minguante);
  • A Iniciadora, seu lado misterioso, sedutor e envolvente (Lua Negra*).

O culto ao Deus também é vivenciado através das Suas variadas fases:

  • A Criança da promessa, que representa a esperança, a inocência e o início (cultuado no ritual de Yule – solstício de inverno);
  • O Caçador, representando a fertilidade, a força, coragem e proteção (principalmente cultuado no Beltane– ritual do meio da primavera);
  • O Grande Pai, seu lado paternal e símbolo do amor entre os o Casal Divino e seus seguidores (em rituais solares).
  • O Ancião, Velho e Sábio, O Deus do Oculto, conhecedor dos maiores mistérios da vida, da morte e da reencarnação (principalmente cultuado nos rituais da época do outono, como o Mabon e o Halloween);

Vale alertar que não há espaço em nenhuma tradição que esteja inserida no neopaganismo para o conceito de “Mal Absoluto”. Caem por terra, dessa feita, as tentativas por parte de outras religiões de ligarem o paganismo, antigo ou moderno, a entidades como do Diabo da mitologia cristã. Os pagãos não só não seguem essas entidades, como também não acreditam na existência de tais entidades.

A Roda do Ano

  • O ano se inicia em Samhain (lê-se: sou-êin) (também conhecido como Halloween). Quando o Deus, Filho e Consorte da Deusa, morre.
  • Então do Útero da Deusa Mãe, Ele renasce em Yule (o sabá do solstício de inverno), representando assim o eterno ciclo da reencarnação.
  • Passa Sua infância em Imbolc, quando é alimentado pelo seio sagrado da Senhora, que agora descansa do parto;
  • Em Ostara é a Deusa Renascida que surge, trazendo sua força. Ela é a Donzela e ele o Jovem Galhudo (representado por kernunos/cernunos – deus da fertilidade);
  • Em Beltane Ele se une (em perfeito AMOR e perfeita confiança) à Deusa Donzela, e da Sua união Tudo surgirá;
  • Em Litha ele é pleno em Seu Poder, o implacável Senhor das Florestas, o Grande Pai, e a Donzela já se tornou a Grande Mãe;
  • Em Lammas ele começa sua rota ao declínio. Ele é o Deus do Oculto, enquanto a Deusa segue sua trilha para dar à luz novamente o Seu filho, a Criança da Promessa;
  • Em Mabon ele é o Sábio Deus Verde, e está se preparando para sua passagem, enquanto a Deusa percebe que Seu amado está partindo;
  • Volta a morrer em Samhain, realizando a grande espiral do renascimento, ou simplesmente a Roda do Ano.

Quatro Sabbats, chamados Maiores por algumas tradições, celebram o auge das estações. São eles: Samhain (Outono), Beltane (Primavera), Imbolc (Inverno) e Lammas ou Lughnasadh (Verão). Os demais, chamados por vezes de Sabbats Menores, comemoram os solstícios: Litha (Verão), Yule (Inverno) e Equinócios: Ostara (Primavera) e Mabon (Outono).

Há uma grande controvérsia entre os praticantes brasileiros sobre qual a forma mais adequada de escolher as datas dos Sabbats. Vários deles defendem que os Sabbats sejam comemorados nas mesmas datas em que isso é feito no Hemisfério Norte (por exemplo, Yule em Dezembro), enquanto outros defendem a comemoração nas datas em que as estações ocorrem no Hemisfério Sul (Yule em Junho). Atualmente, praticantes australianos, argentinos, porto-riquenhos, uruguaios e brasileiros comemoram, em sua grande maioria, as datas do Hemisfério Sul.

Alguns chamam a Wicca de Religião da Deusa, porque enxergam na Deusa a totalidade. Outros contestam esta afirmação, crendo que em nenhum momento isso se torna verídico, pois a Deusa, na mitologia de algumas tradições wiccanas, realiza a descida até o Deus no Submundo e apenas então recebe, por intermédio das provações, o conhecimento que precisa para se tornar plena. Assim, a Deusa não está completa sem o Deus, nem para portar o conhecimento, nem para realizar o Grande Rito da criação universal, pois apenas dois complementares podem se unir e criar dessa união o Todo. Há vertentes de Wicca que consideram a Deusa completa em si mesma, e outras que enfatizam a crença e culto na polaridade. Não há posturas certas nem erradas, ambas expressam crenças diversas dentro da mesma religião e cada praticante escolhe a de sua preferência. Todas estas Divindades por sua vez são pagãs, normalmente de origem Européia.

Instrumentos e símbolos

Os rituais são realizados no interior de um Círculo Mágico, que é traçado de forma ritualística, após a limpeza e consagração do local, que em geral é realizado em casa ou em pequenos espaços como quartos, salas, quintais etc. Adaptando-se à modernidade quanto aos problemas para ter acesso a um lugar de maior contato com a Natureza, e até à falta de segurança. Preces ao Deus e à Deusa são proferidas, a evocação dos Guardiões dos pontos cardeais é realizada e muitas vezes são feitos feitiços adequados ao rito em condução (o qual é o ponto focal da celebração), e então é realizado o Cone de Poder, que concentra e envia as energias do círculo até o objetivo almejado por todos. Ao final, é tradicional a partilha de pão e vinho em certos rituais e celebrações.

A maioria dos wiccanos usa um conjunto de instrumentos de altar em seus rituais. Esses instrumentos incluem, dentre infinitos outros, vassouras, caldeirões, cálices, bastões, athames (um espécie de punhal de dois gumes, que não é usado para sacrifícios de qualquer espécie), facas ou foices (chamadas bolline, usada para cortar ervas, flores, e gravar símbolos e velas), velas, incensos, etc. Representações da Deusa e do Deus são também comuns, seja de forma direta, representativa, simbólica ou abstrata, e são mais usados os símbolos do Cálice para a Deusa, que é o símbolo de seu útero, e o Athame para o Deus, que é a representação de seu falo. Os instrumentos são apenas isso, instrumentos, e não têm poderes próprios ou inerentes. Apesar disso, são normalmente dedicados ou “carregados” com um propósito específico, e usados apenas nesse contexto. É considerado extremamente rude tocar os instrumentos de um bruxo ou bruxa sem sua permissão.

O pentáculo – um pentagrama, estrela de cinco pontas, inscrito em um círculo – é um dos símbolos mais utilizados por praticantes para representar sua fé. É usado para representar cinco elementos componentes da natureza: terra, ar, água e fogo – mais o espírito (às vezes chamado de akasha ou éter). Muitos Gardnerianos, no entanto, contestam essa atribuição. E quando às vezes utilizado de cabeça para baixo, é atribuído ao Deus Cornífero.

Os praticantes acreditam que cada um deve cultuar a(s) divindade(s) à sua própria maneira. Sem imposições ou leis escritas, mas com consciência em relação à cidadania, à auto-estima e à preservação ambiental, repudiando qualquer forma de preconceito e proselitismo, e incentivando a igualdade de gênero e a liberdade sexual.

A Wicca tem, como leis comuns a todas as tradições, a Lei Tríplice, que dita a regra: “tudo o que fizeres voltará em triplo para ti” (tanto de bom quanto de ruim) e a Rede Wicca que dita: “Faça o que desejar, sem a ninguém prejudicar” ou popularmente repetido como “Faça o que quiseres, desde que não prejudiques nada nem a ninguém”. A primeira ilustra bem a importância do número 3 em sua filosofia, também exemplificada nos aspectos da Deusa Mãe (Donzela, Mãe e Anciã), e nos três graus iniciáticos de algumas tradições.

Nomes Mágicos

Os praticantes da Wicca, quando passam pelo ritual de iniciação na religião, ao se apresentarem aos Deuses, se apresentam com o nome dito “mágico” que será de conhecimento dele mesmo e dos Deuses.

Mas também ganham um novo nome, diferente do apresentado aos Deuses, ao entrarem em um Coven, para ser chamado assim dentro do grupo e/ou dentro da comunidade Pagã; alguns preferem usar um outro nome para ser conhecido entre outros Pagãos, diferente dos outros dois, o do Coven e o apresentado aos Deuses. Outros, porém, utilizam um mesmo nome para todas as situações.

O mais importante é saber que o real significado do nome é que ele é um dos símbolos de uma mudança que se iniciou em sua vida, de acordo com sua própria vontade. Por isso, o nome escolhido, na maioria das vezes, representa aquilo que o iniciado mais deseja em sua nova vida, ou até mesmo o nome de um deus ou deusa que possua aquela característica.

Sacerdócio

A iniciação da Wicca corresponde ao mesmo tempo ao sacerdócio. Ou seja, todo wiccano iniciado é considerado um sacerdote, podendo assim realizar e dirigir rituais. A diferença dos sacerdotes da Wicca para os da maioria das religiões monoteístas é a presença de sacerdotisas, sendo que uma das características da religião é a igualdade de direitos entre mulheres e homens.

Alta Sacerdotisa desempenha o papel de líder do coven junto com o Alto Sacerdote.

Alto Sacerdote desempenha o papel de líder do coven junto com a Alta Sacerdotisa.

Ancião/Anciã é o nome dado aos membros mais velhos de um coven (embora algumas tradições usem o termo inglês elder). São eles quem tomam as decisões cruciais e tiram as dúvidas sobre questões polêmicas. São muitos respeitados pelos wiccanos (tanto pelos modernistas quanto pelos tradicionais) devido à sua experiência e sabedoria.

wicca

Fonte: Wikipedia

Real versus Virtual

Alguns sintomas pra saber se você sofre da “Febre Virtual”

 

1 – A primeira coisa que você faz quando chega em casa e se conectar a internet e ver quem ta “On-line”.

2 – Telefone? O que é isso, legal mesmo é SMS, MSN, Orkut…

3 – Não sabe o verdadeiro nome de muitos de seus amigos, só os Nicknames.

4 – Seu círculo de amigos virtuais é bem maior do que os amigos de carne e osso.

5 – Checa seus e-mails no mínimo umas 2 vezes por dia.

6 – Está perdidamente apaixonado(a) pela sua “alma gêmea” que conheceu na net e já “namora” faz mais de um ano, que mora longe de você e que você nunca conheceu pessoalmente.

7 – Troca refeições, banhos e até mesmo sair para ficar na frente do computador.

8 – Não assiste mais TV, nem vai ao Cinema, vê tudo on-line ou baixa pelo emule.

9 – Um dia sem banda larga pra você é fim do mundo.

10 – Seu computador se torna uma extensão sua, quando quebra você entra em depressão.

11 – Nunca escreveu uma carta. Alias, carta, telefone? Você ta falando outra língua é?

12 – Fica horas a fio jogando World of Warcraft, Lineage, Second Life…

13 – Seu “avatar” tem mais estilo que você, ao menos ele toma banho (vixi!).

14 – Sua própria família só consegue te achar via SMS ou pelo MSN.

15 – Anda mais branco que papel chamequinho, só podia, afinal sol que é bom só no descanso de tela do seu micro né?

 

Então ta, aqui vai uma solução rápida, barata e indolor (ou quase) para seu problema crônico de “Febre Virtual”:

 

DESLIGUE O COMPUTADOR!

 

Calma, não to dizendo que você nunca mais deva usar a internet, ou o MSN… Mas como dizia minha mãe, tudo que é demais não faz bem. Afinal, qual é o problema com a realidade? O mundo virtual é tão atraente por ser mais “fácil”. Quase como num conto de fadas, você é capaz de criar e viver uma fantasia, encarnar uma personagem, moldar a sua realidade virtual da maneira que lhe pareça mais conveniente. Um universo “seguro” com ações e reações controladas e pensadas.

 

Saia mais, conheça novas pessoas (pessoalmente, cara a cara, juro que não dói e elas também não mordem), faça uma viagem, conheça lugares diferentes, interaja com as pessoas e com o ambiente.

O equilíbrio na nossa vida é uma coisa saudável, necessária e indispensável.

A realidade lhe aguarda. Perca seu medo, arrisque-se! Experimente a vida. Explore seus sentidos. Só na vida real isso é possível, e na boa, nada supera a realidade.

A informática é apenas uma ferramenta, mas nunca deve ser o alicerce de sua existência.

 

Por RebelHeartBR

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